ROTATEQ

Neném deitado com a frase: Bem-vinda(o) à família!

Porque as(os) bebês também são suas(seus) pacientes.

Conheça alguns dados relevantes sobre o rotavírus.

Antes da disponibilização de vacinas contra o rotavírus, a rotavirose era a principal causa de diarreia associada à desidratação grave em lactentes e crianças pequenas no mundo.1

De acordo com o Global Burden of Disease de 2019, a diarreia foi a terceira causa de morte de crianças no mundo. Em 2018, na América Latina e no Caribe, foi observada uma redução de 64% no número de hospitalizações por infecções pelo rotavírus, 32,8% de hospitalizações por infecções por gastroenterites agudas e de 53,5% nas mortes por gastroenterite aguda em crianças com menos de cinco anos.2,3

Antes da introdução da vacinação contra o rotavírus, ele era responsável por 25 a 50% das hospitalizações por gastroenterites em crianças com menos de cinco anos e por 5 a 20% dos casos leves ambulatoriais.
A vacinação contra o rotavírus reduziu significativamente o número de casos de rotaviroses que requerem cuidados médicos.4

ROTATEQ demonstrou reduzir em 94,0% as taxas de hospitalizações associadas à gastrointerite por rotavírus e visitas ao pronto-socorro independentemente do sorotipo de rotavírus.5,6

Vírus

Criança brincando

A infecção pelo rotavírus é a causa mais comum de gastroenterite grave em lactentes e crianças pequenas em todo o mundo, e em países em desenvolvimento, a gastroenterite causada pelo rotavírus é uma das principais causas de morte em crianças com menos de cinco anos.4

Globalmente, o rotavírus é associado a aproximadamente 500.000 mortes por ano de crianças com menos de cinco anos e, nos países mais pobres, por mais de 85% das mortes totais.4

O rotavírus é uma partícula de 100 nm que contém uma cápsula externa, uma cápsula interna e um núcleo. Seu genoma de cadeia dupla de RNA é composto por 11 segmentos que codificam seis proteínas estruturais e seis proteínas não estruturais. A cápsula externa é composta por duas proteínas: VP7 (proteína G, uma glicoproteína) e VP4 (proteína P, uma proteína ligada à protease). Essas proteínas são os principais antígenos através dos quais são direcionados os anticorpos neutralizantes e participam da classificação das cepas do rotavírus.4

O genoma do rotavírus é formado por 11 segmentos de RNA que codificam seis proteínas estruturais (VP1–VP4, VP6 e VP7), e seis proteínas não estruturais (NSP1–NSP6).7

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TIPOS DE PROTEÍNAS G

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TIPOS DE PROTEÍNAS P

A vigilância global possibilitou a caracterização de pelo menos 27 tipos de proteínas G e 37 tipos de proteínas P em humanos, e como o rotavírus possui um genoma segmentado, esta reordenação pode gerar, em teoria, pelo menos 1.000 combinações diferentes de proteínas G e P. Apesar de terem sido encontradas mais de 60 combinações de proteínas G e P em humanos, apenas cinco cepas (P[8], G1; P[4], G2; P[8], G3; P[8], G4; e P[8], G9) são responsáveis por 80 a 90% das doenças associadas ao rotavírus em crianças em todo o mundo.1

A distribuição dos sorotipos varia geograficamente e P1A[8] G1 é a cepa predominante em todo o mundo, representando mais de 70% das infecções por rotavírus na América do Norte. Entretanto, no Brasil foi registrado um aumento na incidência do sorotipo G3.8,9

Os agentes virais enteropatogênicos são estáveis no ambiente.4
O rotavírus é estável e pode permanecer viável no ambiente por semanas ou meses, caso ele não seja desinfectado.10


Referências:

  1. Orenstein W, Offit P, Edwards KM et al. Plotkin´s vaccines rotavirus. Cambridge: Elsevier. 7 ed., 2018.
  2. GBD 2019 Diseases and Injuries Collaborators. Global burden of 369 diseases and injuries in 204 countries and territories,1990-2019: a systematic analysis for the Global Burden of Disease Study 2019. Lancet. 2020;396(10258):1204–22.
  3. Organização Pan-Americana da Saúde (OPAS). Rotavirus. Disponível em: https://www.paho.org/en/topics/rotavirus. Acessado em 09 de janeiro de 2023.
  4. Long SS, Prober CG, Fischer M et al. Principles and practice of pediatric infectious. Cambridge: Elsevier. 5 ed., 2018.
  5. Bula vigente de ROTATEQ.
  6. Dennehy PH, Vesikari T, Matson DO et al. Efficacy of the pentavalent rotavirus vaccine, RotaTeq® (RVS), between doses of a 3-dose series and with less than 3 doses (incomplete regimen). Hum Vaccin. 2011;7(5):563-8.
  7. Long CP, McDonald SM et al. Rotavirus genome replication: some assembly required. PLoS Pathog. 2017;13(4):e1006242.
  8. Dehenny PH. Rotavirus vaccines: an overview. Clin Microbiol Rev. 2008;21(1):198-208.
  9. Gutierrez MB, Fialho AM, Maranhao AG et al. Rotavirus A in Brazil: molecular epidemiology and surveillance during 2018-2019. Pathogens. 2020;9(7):515.
  10. Centers for Disease Control and Prevention (CDC). Rotavirus. 2021. Disponível em: https://www.cdc.gov/vaccines/pubs/pinkbook/rota.html. Acessado em 09 de janeiro de 2023.

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