Reações adversas adicionais reportadas com KEYTRUDA®1
Reações adversas inmunomediadas1
● Reações adversas imunomediadas, incluindo casos severos e fatais, ocorreram em pacientes que receberam KEYTRUDA®. Em ensaios clínicos, a maioria das reações adversas imunomediadas foi reversível e controlada com interrupção de KEYTRUDA®, administração de corticosteroides e/ou cuidados de suporte. Reações adversas imunomediadas também ocorreram após a última dose de KEYTRUDA®. Reações adversas imunomediadas que afetam mais de um sistema corporal podem ocorrer simultaneamente.
● Em caso de suspeita de reações adversas imunomediadas, deve-se assegurar uma avaliação adequada para confirmar etiologia ou excluir outras causas. Dependendo da gravidade da reação adversa, suspender KEYTRUDA® e administrar corticosteroides (veja a seguir). Ao haver melhora para Grau 1 ou inferior, deve-se iniciar a redução do corticosteroide e continuar a diminuição ao longo de pelo menos um mês. De acordo com os dados limitados dos estudos clínicos, em pacientes cujas reações adversas imuno-relacionadas não puderam ser controladas com uso de corticosteroides, a administração de outros imunossupressores sistêmicos pode ser considerada.
Pneumonite imunomediada1
● Relatou-se pneumonite em pacientes recebendo KEYTRUDA®. Monitorar os pacientes quanto a sinais e sintomas de pneumonite. Se houver suspeita de pneumonite, avaliar com imagem radiográfica e excluir outras causas. Administrar corticosteroides em caso de Grau 2 ou maior (dose inicial de 1 a 2 mg/kg/dia de prednisona ou equivalente seguida de redução), suspender KEYTRUDA® em caso de pneumonite moderada (Grau 2) e descontinuar KEYTRUDA® permanentemente em caso de pneumonite grave (Grau 3), com risco de morte (Grau 4) ou moderada recorrente (Grau 2).
Colite imunomediada1
● Relatou-se colite em pacientes que receberam KEYTRUDA®. Monitorar os pacientes quanto a sinais e sintomas de colite e excluir outras causas. Administrar corticosteroides em caso de Grau 2 ou maior (dose inicial de 1 a 2 mg/kg/dia de prednisona ou equivalente seguida de uma redução), suspender KEYTRUDA® em caso de colite moderada (Grau 2) ou grave (Grau 3) e descontinuar KEYTRUDA® permanentemente em caso de colite com risco de morte (Grau 4 ou Grau 3 recorrente).
Hepatite imunomediada1
● Relatou-se hepatite em pacientes que receberam KEYTRUDA®. Monitorar os pacientes quanto a alterações na função hepática (no início do tratamento, periodicamente durante o tratamento e conforme indicado com base na avaliação clínica) e sintomas de hepatite, e descartar outras causas. Administrar corticosteroides (dose inicial de 0,5 a 1 mg/kg/dia [para eventos Grau 2] e 1 a 2 mg/kg/dia [para Grau 3 ou eventos maiores] de prednisona ou equivalente seguida de uma redução) e, com base na gravidade das elevações da enzima hepática, suspender ou descontinuar KEYTRUDA®.
Nefrite imunomediada1
● Relatou-se nefrite em pacientes que receberam KEYTRUDA®. Monitorar os pacientes quanto a alterações na função renal e excluir outras causas. Administrar corticosteroides em caso de Grau 2 ou maior (dose inicial de 1 a 2 mg/kg/dia de prednisona ou equivalente seguida de uma redução), e baseado na gravidade das elevações de creatinina, suspender KEYTRUDA® em caso de nefrite moderada (Grau 2) e descontinuar KEYTRUDA® permanentemente em caso de nefrite grave ou com risco de morte (Grau 4).
Endocrinopatias imunomediadas1
● Endocrinopatias graves, incluindo insuficiência adrenal, hipofisite, diabetes mellitus tipo 1, cetoacidose diabética, hipotireoidismo e hipertireoidismo foram observadas com o tratamento de KEYTRUDA®.
A terapia de reposição hormonal a longo prazo pode ser necessária em caso de endocrinopatias imunomediadas.
Insuficiência adrenal (primária e secundária) foi reportada em pacientes que receberam KEYTRUDA®. Hipofisite também foi relatada em pacientes que receberam KEYTRUDA®. Pacientes devem ser monitorados quanto a sinais e sintomas de insuficiência adrenal e hipofisite (incluindo hipopituitarismo) e excluir outras causas. Corticosteroides devem ser administrados para tratar insuficiência adrenal e reposição hormonal adicional conforme indicado clinicamente, e KEYTRUDA® deve ser suspenso para insuficiência adrenal ou hipofisite sintomática Grau 2 até que o evento esteja controlado com reposição hormonal. KEYTRUDA® deve ser suspenso ou descontinuado para insuficiência adrenal ou hipofisite Grau 3 ou Grau 4. A continuação de KEYTRUDA® pode ser considerada, após redução do corticosteroide, se necessário. A função pituritária e os níveis hormonais devem ser monitorados para assegurar uma reposição hormonal apropriada.
● Relatou-se diabetes mellitus tipo 1, incluindo cetoacidose diabética, em pacientes que receberam KEYTRUDA®. Monitorar os pacientes quanto a hiperglicemia ou outros sinais e sintomas de diabetes. Administrar insulina em caso de diabetes tipo 1 e suspender KEYTRUDA® em caso de diabetes tipo 1 associada com hiperglicemia Grau ≥ 3 ou cetoacidose até atingir o controle metabólico.
Distúrbios da tireoide
● Distúrbios tireoideanos, incluindo hipertiroidismo, hipotiroidismo e tireoidite, foram relatados em pacientes que receberam KEYTRUDA®, e podem ocorrer a qualquer momento no tratamento; portanto, monitorar os pacientes quanto a alterações na função tireoideana (no início do tratamento, periodicamente durante o tratamento e conforme indicado com base na avaliação clínica) e sinais e sintomas clínicos de distúrbios tireoideanos. O hipotireoidismo pode ser controlado com terapia de reposição sem interrupção do tratamento e sem corticosteroides. O hipertireoidismo pode ser controlado sintomaticamente. A função tireoideana e os níveis hormonais devem ser monitorados para assegurar uma reposição hormonal apropriada.
● A continuação do uso de KEYTRUDA® pode ser considerada para pacientes com endocrinopatias Grau 3 ou Grau 4 que melhore para Grau 2 ou inferior, controladas com reposição hormonal, se indicado, após redução do corticosteroide, se necessário. De outra forma, o tratamento para as funções da tireoide deve ser descontinuado.
Reações cutâneas graves1
● Reações graves de pele imunomediadas foram reportadas em pacientes tratados com KEYTRUDA®. Pacientes com suspeita de reações graves de pele devem ser monitorados e outras causas devem ser excluídas. Baseada na gravidade da reação adversa, suspender para reações de pele Grau 3 até recuperação para ≥ Grau 1 ou descontinuar permanentemente o tratamento com KEYTRUDA® para reações de pele Grau 4, e administrar corticosteroides.
● Foram reportados casos de síndrome de Stevens-Johnson (SSJ) e necrólise epidérmica tóxica (NET), alguns casos com desfechos fatais, em pacientes tratados com KEYTRUDA®. Em caso de suspeita de SSJ ou NET, suspender o tratamento com KEYTRUDA® e encaminhar o paciente para atendimento especializado para avaliação e tratamento. Em caso de confirmação de SSJ ou NET, descontinuar permanentemente o tratamento com KEYTRUDA®.
Deve-se ter cautela ao considerar o uso de KEYTRUDA® em pacientes que tenham experimentado previamente uma reação adversa cutânea grave ou com risco à vida em tratamento prévio com outros agentes anticancerígenos imunoestimuladores.
Outras reações adversas imunomediadas1
● As seguintes reações adversas imunomediadas clinicamente significantes, incluindo casos graves e fatais, foram relatadas em estudos clínicos ou em experiência pós-comercialização: uveíte, artrite, miosite, miocardite, pancreatite, síndrome Guillian-Barré, síndrome miastênica, anemia hemolítica, sarcoidose, encefalite, mielite, vasculite, colangite esclerosante, gastrite, cistite intersticial (não infecciosa), hipoparatireoidismo e pericardite.
Baseada na gravidade e tipo da reação adversa, suspender KEYTRUDA® para eventos de Grau 2 e Grau 3 e administrar corticosteroides.
KEYTRUDA® pode ser reiniciado dentro de 12 semanas após a última dose de KEYTRUDA® se a reação adversa se recuperar para Grau ≤1 e se a dose de corticosteroide for reduzida para ≤10 mg de predinisona ou equivalente por dia.
KEYTRUDA® deve ser permanentemente descontinuado para qualquer reação adversa imunomediada Grau 3 que ocorra ou para qualquer reação adversa imunomediada Grau 4.
KEYTRUDA® deve ser permanentemente descontinuado em casos de miocardite, encefalite e Síndrome de Guillain-Barré Grau 3 e Grau 4.
Reações adversas relacionadas a transplante1
● Rejeição de transplante de órgãos sólidos
Rejeição de transplante de órgãos sólidos foi relatada no uso pós-comercialização em pacientes tratados com KEYTRUDA®. O tratamento com KEYTRUDA® pode aumentar o risco de rejeição em receptores de transplante de órgãos sólidos. Considere o benefício do tratamento com KEYTRUDA® versus o risco da possibilidade de rejeição de órgãos nesses pacientes.
Complicações decorrentes de Transplante de Células-Tronco Hematopoiéticas Alogênico (TCTH)
TCTH após tratamento com KEYTRUDA®
Casos de doença do enxerto contra hospedeiro (DECH) e doença veno-oclusiva hepática (DVO) foram observadas em pacientes com Linfoma de Hodgkin clássico que foram submetidos a TCTH após exposição prévia ao KEYTRUDA®. Até que dados adicionais estejam disponíveis, uma consideração cuidadosa dos potenciais benefícios do TCTH e o possível aumento do risco de complicações relacionadas ao transplante devem ser feitos caso a caso.
TCTH prévio ao tratamento com KEYTRUDA®
Em pacientes com uma história prévia de transplante alogênico, foram relatados casos de doença do enxerto contra hospedeiro (DECH) aguda, incluindo casos fatais, após o tratamento com KEYTRUDA®. Os pacientes que experimentaram DECH após o procedimento de transplante podem ter um risco aumentado de DECH após o tratamento com KEYTRUDA®. Considere o benefício do tratamento com KEYTRUDA® versus o risco de possível DECH em pacientes com história de TCTH.
Aumento da mortalidade em pacientes com mieloma múltiplo quando KEYTRUDA® é adicionado a um análogo de talidomida e a dexametasona1
● Em dois ensaios clínicos randomizados em pacientes com mieloma múltiplo, a adição de KEYTRUDA® a um análogo de talidomida mais a dexametasona, um uso para o qual nenhum anticorpo bloqueador de PD-1 ou PD-L1 é indicado, resultou em aumento da mortalidade. O tratamento de pacientes com mieloma múltiplo com um anticorpo bloqueador de PD-1 ou PD-L1 em combinação com um análogo de talidomida e a dexametasona não é recomendado fora de ensaios clínicos controlados.
Reações relacionadas com a infusão
● Reações graves à infusão, incluindo hipersensibilidade e anafilaxia, foram relatadas em pacientes que receberam KEYTRUDA®. Em caso de reações de grau 3 ou grau 4 à infusão, parar a infusão e descontinuar KEYTRUDA® permanentemente. Os pacientes com reação de grau 1 ou grau 2 à infusão podem continuar a receber KEYTRUDA® desde que mantidos sob cuidadosa observação; pode-se considerar a pré-medicação com antipirético e anti-histamínico.
Manejo de reações adversas inmunomediadas
Em caso de suspeita de reações adversas imunomediadas, deve-se assegurar uma avaliação adequada para confirmar etiologia ou excluir outras causas. Dependendo da gravidade da reação adversa, suspender KEYTRUDA® e administrar corticosteroides (veja a seguir). Ao haver melhora para Grau 1 ou inferior, deve-se iniciar a redução do corticosteroide e continuar a diminuição ao longo de pelo menos um mês. De acordo com os dados limitados dos estudos clínicos, em pacientes cujas reações adversas imuno-relacionadas não puderam ser controladas com uso de corticosteroides, a administração de outros imunossupressores sistêmicos pode ser considerada.1,2
Monitoramento dos pacientes
● Monitore os sinais e sintomas de pneumonite.
● Avalie a suspeita de pneumonite com exames de imagem radiográfica.
Manejo dos pacientes
● Administre corticosteroides para pneumonite de grau 2 ou superior.
● Suspenda KEYTRUDA® em caso de pneumonite de grau 2; descontinue permanentemente KEYTRUDA® em caso de pneumonite de grau 3 ou 4, ou pneumonite de grau 2 recorrente.
Monitoramento dos pacientes
● Monitore os sinais e sintomas de colite.
Manejo dos pacientes
● Administre corticosteroides para colite de grau 2 ou superior.
● Suspenda KEYTRUDA® em caso de colite de grau 2 ou 3; descontinue permanentemente KEYTRUDA® em casos de colite de grau 4.
Monitoramento dos pacientes
● Monitore os pacientes quanto a alterações na função hepática e sintomas de hepatite.
Manejo dos pacientes
Administre corticosteroides para hepatite de grau 2 ou superior, e, de acordo com a gravidade das elevações das enzimas hepáticas, suspenda temporariamente ou interrompa definitivamente KEYTRUDA®.
● Relatou-se hepatite em pacientes que receberam KEYTRUDA®. Monitorar os pacientes quanto a alterações na função hepática (no início do tratamento, periodicamente durante o tratamento e conforme indicado com base na avaliação clínica) e sintomas de hepatite, e descartar outras causas. Administrar corticosteroides (dose inicial de 0,5 a 1 mg/kg/dia [para eventos grau 2] e 1 a 2 mg/kg/dia [para grau 3 ou eventos maiores] de prednisona ou equivalente seguida de uma redução) e, com base na gravidade das elevações da enzima hepática, suspender ou descontinuar KEYTRUDA®.
Monitoramento dos pacientes
● Monitore os pacientes quanto a sinais e sintomas de insuficiência adrenal e hipofisite (incluindo hipopituitarismo), e exclua outras causas.
Manejo dos pacientes
● Administre corticosteroides para tratar a insuficiência adrenal e reposição hormonal conforme indicado clinicamente.
Suspenda KEYTRUDA® em casos de insuficiência adrenal de grau 2; suspenda ou descontinue o tratamento em casos de insuficiência adrenal ou hipofisite de graus 3 ou 4.
Monitoramento dos pacientes
● Monitore os pacientes quanto a alterações na função tireoidiana (no início do tratamento, periodicamente durante o tratamento e conforme indicado com base na avaliação clínica), ou sinais e sintomas clínicos de distúrbios da tireoide.
Manejo dos pacientes
● Realize terapia de reposição hormonal sem interromper o tratamento com KEYTRUDA® e sem necessidade de corticosteroides.
Monitoramento dos pacientes
● Monitore os pacientes quanto a alterações na função tireoidiana (no início do tratamento, periodicamente durante o tratamento e conforme indicado com base na avaliação clínica), ou sinais e sintomas clínicos de distúrbios da tireoide.
Manejo dos pacientes
● O manejo pode ser feito de forma sintomática. Suspenda ou interrompa KEYTRUDA® em casos de hipertireoidismo de grau 3 ou 4.
Monitoramento dos pacientes
● Monitore os pacientes quanto à hiperglicemia ou outros sinais e sintomas de diabetes.
Manejo dos pacientes
● Administre insulina para diabetes tipo 1. Suspenda KEYTRUDA® em pacientes com hiperglicemia grau ≥ 3 ou cetoacidose, até que se atinja controle metabólico.
Monitoramento dos pacientes
● Monitore os pacientes para detectar alterações de função renal renal e excluir outras causas.
Manejo dos pacientes
● Administre corticosteroides para nefrite de grau 2 ou superior.
● Suspenda KEYTRUDA® em casos de nefrites de grau 2 e baseado na gravidade das elevações de creatinina, suspender KEYTRUDA® em caso de nefrite moderada (grau 2) e descontinuar KEYTRUDA® permanentemente em caso de nefrite grave ou com risco de morte (grau 4).
Monitoramento dos pacientes
● Monitore os paciente para detectar possíveis reações cutâneas graves e exclua outras causas.
Manejo dos pacientes
● De acordo com a gravidade da reação adversa, suspenda ou interrompa permanentemente KEYTRUDA® e administre corticosteroides.
● Para sinais ou sintomas de SJS ou NET, suspenda KEYTRUDA® e encaminhe o paciente para atendimento especializado para avaliação e tratamento. Se o diagnóstico de SJS ou NET for confirmado, interrompa permanentemente o uso de KEYTRUDA®.
Manejo dos pacientes
● Para reações de graus 3 ou 4 relacionadas à infusão, suspenda a infusão e interrompa definitivamente KEYTRUDA®.
Manejo dos pacientes
● Para toxicidade hematológica de grau 4, suspenda KEYTRUDA® até que as reações adversas se recuperem para grau 0-1.
Monitoramento dos pacientes
● Em casos suspeitos de reações adversas imunomediadas, assegure uma avaliação adequada para confirmar a etiologia ou excluir outras causas.
Manejo dos pacientes
● Com base na gravidade e tipo da reação adversa, suspender KEYTRUDA® para eventos de grau 2 e grau 3 e administrar corticosteroides. KEYTRUDA® pode ser reiniciado dentro de 12 semanas após a última dose de KEYTRUDA® se a reação adversa se recuperar para grau ≤ 1 e se a dose de corticosteroide for reduzida para ≤ 10 mg de predinisona ou equivalente por dia. KEYTRUDA® deve ser permanentemente descontinuado para qualquer reação adversa imunomediada grau 3 que ocorra ou para qualquer reação adversa imunomediada de grau 4. KEYTRUDA® deve ser permanentemente descontinuado em casos de miocardite, encefalite e Síndrome de Guillain-Barré de graus 3 ou 4.
Manejo dos pacientes
● Em pacientes com transplante de órgaõs sólidos, considere o benefício do tratamento com KEYTRUDA® perante o risco de rejeição de órgãos.
● Considere o benefício de KEYTRUDA® perante o risco de DECH em pacientes com histórico de TCTH alogênico.
Referencias: 1. Bula vigente de KEYTRUDA®. 2. National Cancer Institute (NCI). Common Terminology Criteria for Adverse Events (CTCAE); v4.0,2009. Disponível em: https://evs. nci.nih.gov/ftp1/CTCAE/CTCAE_4.03/Archive/CTCAE_4.0_2009-05-29_QuickReference_8.5×11.pdf. Acessado em 6 de junho de 2025.
Abreviaturas: 5-FU = 5-fluorouracil; ALT = alanina aminotransferase; AST = aspartato aminotransferase; C2S = a cada 2 semanas; C3S = a cada 3 semanas; cHL = linfoma de Hodgkin clássico; DECH = doença do enxerto versus hospedeiro; HNSCC = câncer de células escamosas de cabeça e pescoço; TCTH = transplante de células-tronco hematopoiéticas; Critérios de Terminologia Comum para Eventos Adversos (CTCAE) do NCI (National Cancer Institute); CPCNP = câncer de pulmão de não pequenas células; PD-1 = receptor de morte programada 1; LCBPM = linfoma mediastínico primário de células B; RAG = reações adversas graves; RCC = carcinoma de células renais; SJS = síndrome de Stevens-Johnson; NET = necrólise epidérmica tóxica.